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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Começa nesta segunda campanha contra gripe; no Ceará, 2,2 milhões devem receber o medicamento

A vacina protege contra três subtipos do vírus da gripe.

Começa nesta segunda campanha contra gripe; no Ceará, 2,2 milhões devem receber o medicamento

Começa nesta segunda-feira (17) no Ceará a Campanha de Vacinação Contra a Influenza. No Ceará, o público-alvo da campanha é de 2,2 milhões de pessoas. Em todo o país, 54,2 milhões de pessoas devem ser vacinadas até o dia 26 de maio.

Para isso, serão distribuídas, ao todo, 60 milhões de doses da vacina, sendo 2,4 milhões para o estado. A meta do Ministério da Saúde é vacinar, pelo menos, 90% da população prioritária, considerada de risco para complicações por gripe.

Vacina protege contra três subtipos

A vacina disponível no SUS protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no país: A/H1N1; A/H3N2 e influenza B. Segundo o ministério, 60 milhões de doses de vacinas foram adquiridas, das quais 21,1 milhões de doses já foram distribuídas aos estados.

Os grupos prioritários devem se vacinar todos os anos, já que a imunidade contra os vírus cai progressivamente. Além disso, o vírus da gripe passa por mutações frequentes. Por isso, todo ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) faz uma previsão de quais serão os vírus Influenza que devem circular no inverno do hemisfério norte e do hemisfério sul com base em amostras de pacientes coletadas em centros sentinela distribuídos em todo o mundo.

Com base nessa informação, a Anvisa determina qual deve ser a composição da vacina daquele ano, informação usada pelos laboratórios que produzem a vacina no Brasil. O processo de desenvolvimento da vacina é complexo e leva, em média, 6 meses. A vacina de Influenza trivalente de 2017 contém os seguintes vírus:
  • Influenza A (H1N1), subtipo Michigan/45/2015
  • Influenza A (H3N2), subtipo Hong Kong/4801/2014
  • Influenza B, subtipo Brisbane/60/2008
Já a vacina de Influenza tetravalente contém, além dessas três cepas, o vírus Influenza B, subtipo Phuket/3073/2013.

Fonte: G1 CE

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terça-feira, 11 de abril de 2017

Granja é a segunda cidade da Região Norte do Ceará com mais casos de dengue registrados

Granja é a segunda cidade no Ceará com mais casos de dengue registrados

Dados do último boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), divulgado no dia 24 de Março, apontam que 112 casos de dengue já foram notificados em 2017 em Granja, resultando em 19 confirmações. 

De longe o município é o que tem mais notificações do grupo que integra a 16ª Coordenadoria Regional de Saúde. Barroquinha está em segundo com 22, Camocim (09), Chaval (09) e Martinópole (02). Para se ter uma ideia da situação de Granja, cuja população gira em torno de 54 mil pessoas, os casos notificados no mesmo período em Sobral, que se aproxima dos 204 mil habitantes, quase o quádruplo de Granja, os casos notificados de dengue foram de 113, com 1 confirmado. Os números de Granja ainda superam os de todos os municípios que fazem parte da 13ª Coordenadoria (Serra da Ibiapaba). Na foto ao lado, um retrato da situação da cidade. Carente de saneamento, crianças “pescam” em esgoto a céu aberto localizado próximo ao centro. 

Ainda segundo recente boletim da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará, a cidade está na lista das 10 que mais tiveram, até o momento, casos confirmados da Doença Diarreica Aguda (DDA). A cidade já conta com 2.607 casos, atrás apenas, novamente, na zona norte, de Sobral (4.097) e à frente de municípios com mais de 100 mil habitantes como Maranguape (2.507) e Crato (2.070). Como se não bastasse, a população carente de Granja segue sofrendo com inundações, causadas, em boa parte, pela falta de infraestrutura dos bairros.

Fonte: Camocim Online

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domingo, 9 de abril de 2017

Granja já registra mais de 2,6 mil casos de diarreia aguda em 2017

Granja já registra mais de 2,6 mil casos de diarreia aguda em 2017

Causada por vírus, bactérias ou parasitas,a Doença Diarreica Aguda (DDA) já acarretou o registro de 2.607 casos neste ano em Granja, no Litoral Oeste do Ceará, segundo boletim da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), divulgado na sexta-feira (31). O número é superior aos 2.453 diagnosticados no município durante o mesmo período de 2016.

Ainda conforme o último informe da Sesa, houve o aumento de 154 casos da Semana Epidemiológica 12 para a 13. O total de notificações faz Granja liderar entre os municípios que compõem a 16ª CRES (Coordenadoria Regional de Saúde). Camocim vêm em seguida, com 566 casos. Depois aparecem Martinópole (221), Chaval (208) e Barroquinha (94).

No Ceará, já são 119.565 ocorrências da doença. Fortaleza lidera, com 8.465 registros, seguido por Maracanaú (4.427), Caucaia (4.168), Sobral (4.097), São Gonçalo do Amarante (3.247) e Itapipoca (2.725).

De acordo com o Ministério da Saúde, a DDA é caracterizada pelo aumento do número de evacuações, com fezes aquosas ou de pouca consistência. Em alguns casos, há presença de muco e sangue. Pode ser acompanhada de náusea, vômito, febre e dor abdominal. No geral, é auto-limitada, com duração entre 2 a 14 dias e não confere imunidade duradoura.
O modo de transmissão ocorre por via fecal-oral. A doença pode ser causada por contato pessoa a pessoa ou por meio de água e alimentos contaminados.

Fonte: Folha Granjense

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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Cientistas dizem ter achado pela 1ª vez uma atmosfera ao redor de planeta semelhante à Terra

Cientistas dizem ter achado pela 1ª vez uma atmosfera ao redor de planeta semelhante à Terra

Análises de imagens de avançado telescópio no Chile indicam que GJ 1132, descoberto em 2015, que tem 1,4 vezes o tamanho da Terra, é encoberto por espessa camada gasosa de água, metano ou uma mistura de ambas as substâncias.

Os cientistas dizem ter detectado pela primeira vez uma atmosfera ao redor de um planeta parecido com a Terra.

Em um estudo publicado no "Astronomical Journal", eles dizem que o planeta GJ 1132b, que tem 1,4 vez o tamanho da Terra e fica a 39 anos-luz de distância, na constelação de Vela, é encoberto por uma espessa camada gasosa de água, metano ou uma mistura de ambas as substâncias.

Descobrir e identificar a composição de uma atmosfera é um passo importante na busca por vida fora do Sistema Solar. Mas é improvável que o GJ 1132b seja habitado: a temperatura em sua superfície gira em torno dos 370 ºC.

"Até onde sabemos, a temperatura mais alta que a vida suporta na Terra é 120 ºC", diz John Southworth, pesquisador da Keele University, na Grã-Bretanha.

Sinais químicos

A descoberta do GJ 1132b foi anunciada em 2015. Apesar de ter um tamanho similar ao da Terra, ele orbita uma estrela menor, mais fria e menos brilhante que o Sol.

Usando um avançado telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, pesquisadores estudaram o planeta ao analisar como ele bloqueia a luz de sua estrela quando passa em frente a ela. "Isso faz com que a estrela fique menos brilhante. É uma boa forma de encontrar planetas", afirma Southworth.

'Prova de conceito'

Ainda que seja improvável que formas de vida sobrevivam às condições deste mundo, a descoberta é animadora na busca por vida extraterrestre.

"Sabemos que planetas que orbitam estrelas de menor massa podem ter atmosferas, e, como há tantos com essas características no universo, isso faz com que seja mais provável que um deles tenha vida."

Marek Kukula, astrônomo do Observatório Real de Greenwich, no Reino Unido, avalia a descoberta como uma "boa prova de conceito (termo usado em pesquisas científicas para designar modelo que possa provar teoria)".

"Se a tecnologia pode detectar essa atmosfera, então, pode vir a detectar e estudar atmosferas de planetas parecidos com a Terra ainda mais distantes no futuro."

Fonte: G1

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quarta-feira, 15 de março de 2017

Número de casos de zika, dengue e chikungunya caem em 2017

Registros das doenças causadas pelo Aedes do país têm forte queda em comparação com o mesmo período de 2016.

Número de casos de zika, dengue e chikungunya caem em 2017

O número de notificações de dengue, zika e chikungunya caiu neste ano em comparação com o mesmo período de 2016. Até o dia 18 de fevereiro de 2017, as três doenças somavam 60.124 registros, de acordo com o Ministério da Saúde, contra 590.380 suspeitas no mesmo período do ano passado. A queda é de 89,81%.

A dengue, que em 2016 começou o ano já com 475.260 suspeitas até a 7ª semana epidemiológica, desta vez registrou 48.177 casos notificados - redução de 89,86%. São 5 mortes devido à doença neste ano, ocorridas nos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo - no mesmo período do ano passado foram 221 óbitos.

Já a chikungunya, doença que apresenta o maior risco de crescimento neste ano, apresentou 10.294 notificações até o dia 18 de fevereiro, contra 43.567 do ano anterior. A queda foi de 76,37%. Foram confirmados 2.178 casos apenas. Em 2016, foram 196 mortes causadas pela doença - o ministério não divulgou o número de óbitos neste ano.

Confirmando a expectativa, o vírus da zika apresentou a maior queda, de 97,68%: foram 71.553 notificações até a 7ª semana epidemiológica de 2016, contra 1.653 neste ano. Destas suspeitas, 275 casos foram confirmados. Ninguém morreu devido à doença neste ano, sendo que oito óbitos ocorreram no mesmo período do ano passado.

Ciclo das doenças

De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses, Artur Timerman, esse comportamento é natural para as doenças do Aedes e outros vírus. Ele diz que a transmissão da doença tem um ciclo - um início, um pico e uma queda. Depois disso, ainda de acordo com Timerman, novas pessoas voltam a ser infectadas e novas epidemias da doença voltam a surgir.

"Quando se analisa historicamente como se comportam as epidemias de arbovírus, se vê que quando inicia a transmissão de um vírus em uma determinada região inicia uma curva em U: nos dois primeiros anos o número de casos é pequeno, depois atinge o ápice entre o terceiro e o quinto ano, e depois cai", disse.

Especificamente sobre o zika, ele acredita que, este ano, o número de casos deve continuar caindo ainda mais no Nordeste, mas que nas regiões que ainda não foram tão afetadas os casos ainda podem ser sentidos.

"O ano passado houve aquela enormidade de casos no Nordeste e, provavelmente, quem era pra que ser infectado já se infectou. Por isso, neste ano vai diminuir muito o número de casos na região. Nos outros estados, no Centro-Oeste e no Sudeste do Brasil, a epidemia é mais recente. Neste ano ainda é esperado um número pequeno, mas ano que vem espera-se mais casos pelo Brasil".

Fonte: G1

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